O coala Buster Moon está prestes a ver seu teatro ir à falência e, por isso, decide criar um concurso musical com o intuito de alavancar as vendas. Entre os participantes do concurso estão um rato, uma elefanta com pânico de palco, uma mãe que cuida de uma ninhada de 25 leitões, um gorila gângster e um porco-espinho fêmea que curte punk-rock. Essa é a história de Sing – Quem Canta Seus Males Espanta {Sing}.
Diversão garantida! Cinema, animação de qualidade, e músicas de altíssima categoria. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta é simplesmente uma delícia para olhos e ouvidos.
O filme estreou no Brasil em dezembro, mas nós assistimos ontem {temporada de Festas…} e tivemos uma das melhores surpresas, daquelas pra começar o ano no maior astral.
A animação tem uma boa história, desenvolvida com talento pelo diretor Garth Jennings e pela equipe de animação da Universal Pictures. Nos Estados Unidos as vozes originais são de Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, entre outros. No Brasil as dublagens foram feitas por personalidades conhecidas: Mariana Ximenes, Sandy, Fiuk, Marcelo Serrado, e Wanessa Camargo estão no time.
Sing é um filme com todos os ingredientes encantadores de uma boa animação. Não tem como não se sensibilizar as histórias de cada personagem {vantagem: eles são bem apresentados, não menosprezando a inteligência de baixinhos e grandinhos}, e ter vontade de dançar.
Vontade? Assistimos em sessão normal {sem ser cabine de imprensa} e as crianças estavam empolgadíssimas, chegando mesmo a levantar das cadeiras e dançar. Alegria contagiante!
Para toda a família – mesmo!!
Lembrando que Sing – Quem Canta Seus Males Espanta está na Sessão Desconto da Rede Cinemark esta semana. Confira a programação aqui.
Nos Cinemas.
Até a próxima,
Lathife Porto

Escrito por

Lathife Porto

Meu nome é Lathife Porto, sou comunicadora e apaixonada por moda e beleza {acessórios são vício!}, arte e cultura, decoração, arquitetura, e entretenimento.

Moro no Rio de Janeiro, estou sempre em Paraty {RJ}, mas você pode me encontrar em qualquer lugar do mundo – principalmente no mundo virtual.